quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

BUZZ

O Google anunciou nesta terça-feira (9) o lançamento do Buzz, um novo serviço que integra redes sociais dentro do Gmail.


De acordo com o site plantão info, o novo produto também vai funcionar em celulares , direto pelos endereços google.com e buzz.google.com e em aplicativos para Android e iPhone, além de uma atualização do Google Maps para celulares que vai integrar o recurso Latitude, de localização, ao Buzz (esse Google Maps estará disponível hoje para celulares com sistemas Symbian e Android).

Segundo Todd Jackson, gerente de produto do Google, o Buzz vai aparecer como uma nova pasta dentro do Gmail, logo abaixo da caixa de entrada.

O produto foi criado com cinco pilares:

1) seguidores automáticos (com conteúdo das pessoas que você mais tem contato via e-mail)

2) experiência rápida de compartilhamento (conteúdo de fotos, vídeos, links, páginas do Flickr e do Picasa e até mesmo Twitter)

3) divisão entre conteúdo público e privado criado pelo usuário

4) integração com a caixa de entrada (notificações de comentários e novos posts)5) "só coisa boa", nas palavras de Jackson, já que o Google mostra e sugere conteúdo que pode te interessar.

Entre outros recursos, o Buzz no celular (pelo menos para Android) aceitará novos posts via voz basta falar e o Google Buzz publica sua informação na rede de contatos.

O serviço será liberado aos poucos a partir de hoje e durante os próximos dias para usuários em todo o mundo.

Informações Plantão Info

A NET aumenta o investimento em 2010

A maior operadora de TV paga do país, Net, reverteu resultado negativo um ano antes ao divulgar nesta quarta-feira lucro líquido de 306 milhões de reais. O resultado foi apoiado em melhora operacional da empresa e também em ganhos financeiros gerados pela valorização do real sobre o dólar.


A companhia divulgou que prevê investimentos de 1,2 bilhão de reais em 2010 após desembolsos de 1,1 bilhão de reais em 2009. Os recursos serão aplicados em sua maior parte em manutenção da estrutura de rede empresa. Cerca de 200 milhões de reais irão para expansão da rede.

A operadora fechou acordo de longo prazo com a Embratel no final de 2009 para uso da rede de transmissão de dados da companhia e, com isso, espera que sua margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficará entre 27 e 29 por cento em 2010 depois de encerrar o ano passado em 27 por cento.

A base de assinantes de TV paga fechou 2009 em 3,69 milhões, 20 por cento acima do verificado em 2008. Enquanto isso, em banda larga a Net apurou crescimento de 30 por cento, para 2,88 milhões. Já os serviços de telefonia cresceram 42 por cento, a 2,56 milhões.

Reunindo serviços que a Net classifica como unidades geradoras de receita, a base de clientes da empresa subiu 27 por cento, a 10,12 milhões. Um mesmo domicílio pode ser cliente de mais de um serviço da empresa.

Com o incremento de clientes, a receita líquida da companhia apurou ganho de 21 por cento entre o fim de 2008 e o quarto trimestre de 2009, para 1,235 bilhão de reais. A receita média por usuário (Arpu, na sigla em inglês), porém, caiu 2 por cento, 133,54 reais, "devido ao aumento no número de clientes em produtos mais básicos", principalmente os de telefonia.

A geração de caixa medida Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) totalizou 348 milhões de reais de outubro a dezembro, contra 275 milhões de reais em igual intervalo de 2008. A margem evoluiu de 27 para 28 por cento no período.

A provisão para devedores duvidosos caiu 21 por cento no quarto trimestre, totalizando 8,8 milhões de reais, ante 11,1 milhões de reais no fim de 2008. No acumulado do ano ficou praticamente estável em 40,7 milhões de reais.

A Net teve resultado positivo na linha de imposto de renda e contribuição social, de 176,7 milhões de reais, ante negativo em 34 milhões no quarto trimestre de 2008.

Enquanto isso, despesas com variação cambial, que impactam nos empréstimos em dólar da empresa, tiveram forte queda com a valorização do real no período, passando de resultado negativo de 155,6 milhões de reais nos últimos três meses de 2008 para 1,2 milhão de reais negativos no fim de 2009. No ano ficou positiva em 201,3 milhões de reais, ante resultado negativo de 242,3 milhões em 2008.

Fonte: Terra

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Desculpa aí...rs Mas o Corinthians é o único time brasileiro que entrou no ranking dos 20 sites de clubes de futebol mais visitados no mundo

O Corinthians é o único time brasileiro que entrou no ranking dos 20 sites de clubes de futebol mais visitados no mundo.


O endereço eletrônico do time brasileiro é o 16º mais visitado, com 6,1 milhões de visitantes por ano.

O site do Manchester United, da Inglaterra, lidera a lista, com 452,7 milhões de visitas por ano, seguido pelo Real Madrid (Espanha), com 271,6 milhões, e pelo também inglês Arsenal, com 205,6 milhões.

O ranking foi divulgado pelo Futebol Finance, site português dedicado aos negócios ligados ao futebol, com base na média de visitantes únicos diários fornecidos pelos sites Alexa.com, Compete.com e Quantcast.com.

De acordo com o site, o Manchester United gera cerca de 20% da sua receita total por meio de transações online, que incluem venda direta de publicidade no website, merchandising, venda de lugares anuais e de ingressos.

Confira abaixo o ranking dos websites de clubes mais visitados (nº de visitantes únicos anuais):

1. Manchester United (Inglaterra) – 452,7 milhões

2. Real Madrid (Espanha) – 271,6 milhões

3. Arsenal (Inglaterra) – 205,6 milhões

4. Bayern Munique (Alemanha) – 27,8 milhões

5. Liverpool FC (Inglaterra) – 23,7 milhões

6. Galatasaray (Turquia) – 16,7 milhões

7. Olympique Marseille (França)– 16,1 milhões

8. Internazionale (Itália) – 15,4 milhões

9. Rangers FC (Escócia) – 14,5 milhões

10. FC Barcelona (Espanha) – 14,3 milhões

11. AC Milan (Itália) – 12,5 milhões

12. Fenerbahce (Turquia) – 12,3 milhões

13. Chelsea FC (Inglaterra) – 11,3 milhões

14. Aston Villa (Inglaterra) – 11,1 milhões

15. Borussia Dortmund (Alemanha) – 6,3 milhões

16. Corinthians (Brasil) – 6,1 milhões

17. Olympique Lyonnais (França) – 5,9 milhões

18. Paris SG (França) – 5,7 milhões

19. Juventus (Itália) – 5,5 milhões

20. Manchester City (Inglaterra) – 5,2 milhões

As informações são da Info Exame

Redes Sociais - Dicas para empresas

Hoje em dia é comum que empresas criem perfis no facebook, Orkut, Twitter etc. O principal objetivo é divulgar suas marcas através das redes sociais. Mas, de nada adianta ter as ferramentas se não saber usá-las. Por isso, o site Inc. elaborou uma lista com 30 dicas para os empresários apreenderem a utilizar corretamente as redes sociais em seu benefício. Veja:


1. Ofereça uma espiada nos lançamentos

Coloque uma prévia de novos produtos e serviços na internet. Por exemplo, John Doyle, fundador da empresa John chocolate e Kira na Filadélfia, postou fotos de lançamentos de sua empresa no Flickr e convidou os clientes para comentarem.

2. Aproveite os seus conhecimentos

Compartilhe os conhecimentos que você adquiriu através de seu comércio e promova a sua marca. Ford Models, por exemplo, tornou-se uma sensação do YouTube através de uma série de vídeos que oferecem dicas de beleza e moda.

3. Demonstre o que sua empresa faz

Mostre na rede o que sua empresa faz. Os clientes vão conhecer o seu negócio além do papel e você conseguirá transmitir também seus valores. O diretor de marketing da Blendtec, George Wright, fez isso e conseguiu impulsionar as vendas da Blendtec em 700%.

4.Espalhe a sua marca

Quer atrair mais tráfego para seu site? Ajude a espalhar a sua marca incentivando os visitantes a partilhar os conteúdos de que gostam. GotCast é um site que conecta diretores de elenco com os atores aspirantes, atrai novos visitantes por postar vídeos e permite que outras pessoas compartilhem links de vídeo no site. Uma maneira de promover a partilha de conteúdo de seu site é instalar um widget, como o AddThis, que automatiza links para sites populares.

5.Seja sincero

Em tempos de crise econômica, a transparência é importante para manter e atrair clientes. Criar um blog da companhia é uma maneira fácil de manter a comunicação aberta com os clientes. Giacomo Guilizzoni, fundador do San Francisco software Balsamiq possui um blog em que divulga números para mostra a solidez de sua empresa.

6.Tenha cuidado com o que fala

Mas tenha cuidado o que você diz sobre os outros. Quando Leslie Richard, proprietário de uma empresa de vestuário Carolina do Norte, descreveu Vision Media Television como um "spam", ela foi processada em US $ 20 milhões.

7. Interaja com os visitantes, realmente

Não basta colocar criar um blog ou uma página de Facebook se o sentido da conversa só vai para um lado. Matt Mullenweg, fundador da plataforma de blogs Wordpress, diz que não interagir com os visitantes pode “matar” a comunidade.

8 Não terceirize o serviço de rede social

Com todas as outras tarefas necessárias dentro da sua empresa, é tentador terceirizar a gestão de mídia social ou mesmo tentar automatizar o processo. Isso pode facilmente virar contra você, como Joe Pulizzi, fundador do Cleveland Junta42 que mandava mensagens automáticas para os novos seguidores do Twitter. Logo, os números de seguidores caíram, pois as mensagens mais pareciam spams.

9.Não finja ser outra pessoa

Graças ao endereço IP de rastreamento, os observadores também pode rapidamente dizer quando empresas adotam identidades falsas. Não só a prática pode ferir a reputação de sua empresa, mas também pode acabar em problemas legais. A clínica de cirurgia plástica Lift Lifestyle teve que pagar 300.000 dólares para o estado de Nova York , pois seus empregados postavam opiniões lisonjeiras sobre empresa, sem se identificar.

10.Conecte os funcionários

Empresa como a IBM tem construído redes em “casa”, que conectam empregados que trabalham em locais diferentes. Pequenas e médias empresas podem tirar proveito das ferramentas disponíveis para facilitar a colaboração. A Agência Hoffman, uma empresa de relações públicas, usa Ning, que permite aos utilizadores construir redes sociais personalizadas, para conectar seus funcionários nos EUA, Europa e Ásia.

11 Recompense a fidelidade dos clientes

Através de meios de comunicação social, as empresas podem executar promoções mais planejadas e com maior frequência. Chuviscos Cupcakes, uma cadeia de padaria com base em Beverly Hills, Califórnia, usa o Twitter para enviar diariamente ofertas promocionais. Isso ajudou a empresa a atrair mais de 17.000 seguidores.

12. Veja o que as pessoas estão falando sobre você

Uma breve pesquisa das menções de sua empresa no Facebook, Twitter, e Yelp pode render uma mina de ouro de informações relativas à sua reputação. Muitos usuários no Yelp, por exemplo, sugeriram que empregados do Quimby’s Bookstore, em Chigado, eram menos que bem-vindos. Depois de ler os comentários, o proprietário Eric Kirsammer focou em melhorar o serviço ao consumidor. Aplicações como monitter e Trackur pode ajudá-lo a acompanhar conversas por toda a internet.

13. Fazer as pazes com clientes insatisfeitos, rapidamente

Andy Carlson, proprietário da loja Ace Hardware em Denver, uma vez se deparou com um comentário no Twitter, postado por um cliente nervoso que comprou uma ferramenta e ela quebrou após seu primeiro uso. Ele resolveu o problema em questão de minutos, dirigindo o cliente a uma loja da área e notificando-o sobre o tempo de garantia do produto. O melhor de tudo foi que, Andy Carlson foi capaz de retirar a reclamação depois do horário comercial – impedindo que palavras negativas viessem à tona.

14. Não fique na defensiva

Uma crítica severa sobre seu negócio em sites como o Yelp, pode não só ferir seu ego como também machucar seu meio de vida, seu sustento. Mas resista a tentação de lançar-se ao público. Sarah Dunbar, proprietária do Oakland vintage botique Pretty Penny, responde privadamente a nada menos que comoventes críticos e motiva-os a visitá-la pessoalmente. E tenha sempre em mente que você não pode agradar a todos. Depois que Dunbar escreveu a um cliente insatisfeito, o comentador a acusou de realizar “negócios obscuros” por tentar influenciar opiniões.

15. Mantenha os consumidores no laço

Freqüentemente em seu caminho? Twitter pode ajudar seus clientes a acompanhar seus mais recentes destinos. Kogi Korean BBQ, que opera o carrinho de alimento em Los Angeles, mantém seus seguidores do Twitter constantemente informados de sua localização física. A atualização em tempo real ajuda Kogi a manter a demanda, assim como clientes alinhados em antecedência na transmissão da localização.

16. Descubra clientes potenciais

Uma breve pesquisa de palavras-chave pode ajudá-lo a achar clientes em perspectiva que pode não estar ciente de sua empresa, mas ainda assim, poderiam se beneficiar com seu produto ou serviço. Bob Scaglion, diretor administrativo sênior em NewYork real-estate gestor da companhia Rose Associates, gerou 100 usuários iniciais por mês no Twitter para sua empresa, simplesmente respondendo aos usuários que twitaram incluindo frases como “mudando para a cidade de New York ” e “sem taxa de locação”.

17. Aumente sua participação de mercado

Mídia Social pode ajudar sua companhia a atingir múltiplos mercados ao mesmo tempo. A rede de restaurantes Boloco enfatizou maior parte de sua propaganda e publicidade em Boston, que abriga 13 de suas 16 localizações. Mas como experiência, o CEO John Pepper decidiu postar a cópia de um cupom de um jornal local no Twitter, com o intuito de impactar consumidores em Vermont e New Hampshire. Os resgates de cupons cresceram para mais de 150% como resultado.

18. Marque sua publicidade on line

Ambos Facebook e MySpace, permitem que empresas veiculem anúncios que atraiam grupos específicos de usuários baseados na informação que eles incluem em seus perfis. Ao publicar anúncios no Facebook direcionados a estudantes em faculdades específicas, StorQuest Self Storage, que tem sua localização no Arizona, Califórnia, Colorado e Havaí, aumentou seus números de alugueis para mais da metade.

19. Veja onde seu cliente está

Um crescente número de redes sociais é projetado especialmente por usuários ativos, e alguns, como aplicativos móveis Foursquare, oferecem ferramentas especializadas para empresas. Sobremesas congeladas da rede Tasti D-Lite, por exemplo, usa o Foursquare para coletar dados sobre quantas pessoas visitam seu espaço e enviar ofertas promocionais para consumidores freqüentes.

20. Deixem os consumidores se ajudarem

Incluindo um fórum de consumidores em seu website ou em seu perfil de rede social, pode ajudar a melhorar o serviço ao consumidor, enquanto se constrói um senso de comunidade. No Poolcenter.com, varejista de equipamentos de piscina sediado em Arlington, Virginia, clientes freqüentemente preenchem os requisitos de equipamento para piscina antes de contratarem os representantes de serviço ao consumidor. Get Satisfaction e Fixya são dois sites que oferecem espaços dedicados para fóruns de serviço ao consumidor.

21. Construa uma comunidade além do seu negócio

O site de photos SmugMug se estabeleceu como um recurso para fotógrafos competentes em parte graças a um fórum, Digital Grin, onde membros do trade aconselha em tópicos as melhores técnicas para tirar fotos a noite e capturar cenas de casamento. Com exceção de uma sessão de suporte no final, o fórum é dedicado aos fotógrafos em geral, ao invés de serviços para a própria empresa.

22. Deixe os consumidores contribuir

FrontPoint Security, fornecedor de segurança para casa em McLean, Virginia, começou a coletar testemunhos em vídeos de seus consumidores, que filmaram eles mesmos com câmeras Flip. Os vídeos são postados no site FrontPoint e no Youtube, e até mesmo em blogs pessoais de consumidores. Esforços de vídeos do FrontPoint tem ajudado a empresa a crescer mais do triplo em vendas.

23. Ajude os outros a lhe promover

Mídia social pode ajudá-lo a encontrar consumidores apaixonados que tem mais do que desejo de espalhar ao mundo sobre sua empresa. A fabricantes e fornecedora de arte Fiskars, estendeu seus serviços para os utilizadores do scrapbook convidando quatro usuários assíduos para blogar. Sua comunidade de artesanatos, chamada Fiskateers, vem desde então atraindo 5.000 usuários que servem como marcas evangélicas.

24. Cultive relacionamentos que levem as vendas

Recentemente, depois de ter se juntado ao Twitter, J. R. Cohen, responsável do The Coffee Groundz, a Houston coffee shop, começou a incentivar seus seguidores a visitarem-no na própria loja. Ele começou a conhecer os consumidores tão bem que eles, não apenas iniciaram conversações com J.R. Cohen através do Twitter – eles começaram a enviar pedidos através do site também. Agora, Cohen periodicamente preenche os pedidos do menu através do Twitter, apesar de não usar esta página primordialmente para este propósito.

25. Mas não promova com muita agressividade

Enquanto os usuários das redes sociais provaram estar abertos ao mercado – especialmente se envolver descontos – eles não estão acessando o Facebook ou MySpace para ficar sabendo dessas ofertas. Se o seu perfil ou blog parecer como um anúncio, irá afastar os visitantes. Kent Lewis, fundador da empresa de Portland marketing online Anvil Mídia, incentiva os usuários do Twitter, por exemplo, a passar adiante as notícias industriais e retwitar itens interessantes de outras pessoas com suas próprias promoções.

26. Encontre maneiras de motivar seus visitantes off-line

Em Março, Cinda Baxter, uma consultora de varejo em Minneapolis, finalizou uma postagem em um blog de negócios local com uma simples ideia: escolha três negócios para apoiar e gaste um montante combinado de 50 dólares por mês. A postagem estimulou centenas de ações, o suficiente para ela começar seu próprio website, o qual, desde então, tem atraído o apoio de mais de 12 mil negócios. Baxter tem usado a publicidade em seu site para suportar seu negócio de consultoria. Ela agora viaja a negócios para aconselhar outros consultores sobre como ajudar dentro de suas comunidades.

27. Encontre pessoas influentes no seu meio

Com o intuito de manter seu blog sempre atualizado, tenha certeza de manter seus olhos abertos para o que os outros estão fazendo na internet. Ler blogs independentes e entrar em grupos do Facebook e do LinkendIn, é uma boa maneira de se aproximar nas conversas. Spoonflower, um designer de tecidos de Mebane, Carolina do Norte, construiu uma comunidade com mais de 40 mil membros através do boca a boca em blogs do meio.

28. Acelere sua credibilidade ajudando os outros

Para provedores de serviço, estabelecer-se como um experiente no meio pode rapidamente lhe trazer muitos negócios. A ferramenta de resposta do LinkedIn proporciona aos proprietários do programa fazer exatamente isso. Heidi Cool, uma consultora de Web Design em Cleveland, utiliza o LinkedIn Answer para pesquisas relacionadas ao seu segmento e gasta de uma a duas horas por semana nele. Em um mês, ela gerou 29 frentes de serviço utilizando o programa.

29. Procurando por talentos fora dos caminhos tradicionais

Enquanto o LinkedIn é especificamente feito para uso profissional, algumas companhias tem achado outras redes sociais eficientes para recrutar novos parceiros. Jason Averbrook, CEO de gerencia de consultas da Knowledge Infusion, achou 19 candidatos em dois dias, simplesmente escrevendo sobre sua procura no seu status do Facebook, LinkedIn e Plaxo, que agregaram informações de contato das redes sociais.

30. Conecte-se com parceiros em potencial

LinkedIn foi projetado para ser utilizado em uma rede profissional, empresários podem achar contatos valiosos nele. Josh Steinitz, CEO da NileGuide, um site de planejamento de viagens localizado em São Francisco, usou o LinkedIn para achar parceiros de negócios identificando companhias com interesses em comum e então perguntando a eles por contatos que poderiam ajudá-lo. Um terço das requisições da companhia gerou parceiros para ela.

Redação Adnews

A TV não perdeu espaço para a web

Estudo releva que o percentual de brasileiros que passou onze horas ou mais por semana navegando na web aumentou de 11% para 17%, equivalente que em uma semana sem feriados, um em cada seis brasileiros fica metade do dia ou mais tempo acessando a web. Em comparação, o percentual de internautas que dedicam o mesmo tempo para assistir TV, foi de 62% para 70,5%.


Realizada pela Market Analysis, com 483 adultos com mais de 18 anos residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre durante o mês de julho de 2009, os dados da pesquisa contradizem a ideia de que haveria uma grande mudança nos hábitos de consumo de mídia, a ponto de a TV perder espaço para a web.

Informaçãoes IDG Now!

Novidades no Gmail

O Google está tentando avançar na área de mídias sociais adicionando novos recursos ao Gmail, seu popular serviço de e-mail.


Até o final da semana, segundo o jornal The New York Times, o Google irá introduzir um espaço no Gmail que permitirá aos usuários postar e ver mensagens curtas - uma função semelhante às atualizações existentes no Twitter e no Facebook.

A mudança permitirá que quem estiver conectado ao Gmail possa ver o que seus amigos e conhecidos estão fazendo. Como no Twitter, será permitida apenas uma mensagem curta por vez. Não está estebelecido o limite de toques. No Twitter, é de 140, mas o Facebook permite mensagens maiores.

Apesar de nunca ter levado adiante o Orkut em termos mundiais- o site é popular do Brasil e na Índia, mas jamais foi um produto de ponta dentro da companhia -, o Google dá sinais de que mantém a pretensão de se tornar uma força entre as mídias sociais. "O dispositivo parece ser um avanço menor, mas este é outro tiro de canhão na guerra contra o Facebook", disse ao jornal Jeremiah Owyang, sócio da consultoria de tecnologia Altimeter.

Além do Orkut, o Google também mantém no ar o Sidewiki, que permite aos usuários compartilhar links e um serviço de perfis no qual as pessoas cadastradas podem atualizar informações sobre si mesmas. A novidade é que o dispositivo no Gmail permitirá que tudo seja feito no mesmo site.

O Google, de fato, se vê atualmente na mesma posição da Microsoft, que há anos tenta - sem muito sucesso - avançar para novas áreas além de sua tradicional. Rival do Google em diversos serviços, a Microsoft investiu numa parceria com o facebook em 2007. Na semana passada, o Facebook decidiu remover os anúncios da Microsoft de seu site, mantendo, no entanto, a parceria em publicidade no serviço de buscas.

Para enfrentar a parceria Microsoft-Facebook, uma das estratégias do Google é integrar serviços como o YouTube e a galeria de fotos Picasa.

Fonte: Terra

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Internet - a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões.

A internet brasileira deve fechar 2009 com o maior volume de investimento publicitário de sua história. Segundo o UOL, a expectativa é de que o aumento seja de 24% em relação a 2008, e alcance R$ 940 milhões. Os dados são do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), instituto que trabalha para a difusão dos meios interativos.


De acordo com a entidade, o segmento online deve abocanhar 4,2% do total que foi investido pelo mercado publicitário no país em 2009. Há três anos, essa fatia era de 1,78%.

O bom resultado é consequência da forte expansão do setor, que não sentiu a crise mundial como outros veículos. Se comparados os faturamentos dos meios de comunicação entre novembro de 2008, no auge da crise mundial, e novembro de 2009, os dados indicam que o maior salto foi dado pela internet, que cresceu 37,19%. Os jornais expandiram em 1,8% seu faturamento, e as revistas, em 4,99%.

No acumulado de janeiro a novembro de 2009, o cenário foi semelhante. As empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média de crescimento dos meios de comunicação em geral, que incluem, entre outros, revistas, jornais e emissoras de televisão, foi de 2,11%. Os dados de dezembro e o acumulado do ano devem ser divulgados em março.

Democratização da internet

A democratização no acesso à internet no país deve impulsionar ainda mais o fluxo de investimentos vindos da publicidade. Já são 68,5 milhões brasileiros conectados, e classe C é a que mais cresce em participação.

Além disso, o Brasil continua sendo o país que por mais tempo acessa a internet no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês, e a adoção da banda larga representava 83% das conexões em 2008.

A chegada da internet aos telefones celulares no Brasil promete ampliar esses valores. O resultado disso é uma mudança no mercado publicitário que, diante da expansão no número de internautas no país, precisa se adequar ao novo público e dar mais atenção a esse meio.

Nos Estados Unidos, a perspectiva também é otimista: em três anos, a internet deve ficar com um terço do fluxo desses investimentos, junto com a TV a cabo e a aberta.

Informações UOL

Microtências 2010

Para criar um diferencial frente aos concorrentes, preste atenção nas atividades de pequenos grupos com potencial de provocar grandes transformações.

É fácil acompanhar as principais tendências da internet no Brasil. Órgãos públicos, associações do comércio e indústria, agências de publicidade e companhias de tecnologia realizam constantes pesquisas sobre a web e divulgam seus principais resultados na imprensa. É assim que ficamos sabendo que o Brasil já possui 68 milhões de internautas, que o comércio eletrônico teve vendas de R$ 1,6 bilhão no Natal e que as redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter já são usadas por 45,5 milhões de pessoas.


São informações valiosas para você desenhar o cenário de mercado e planejar seus investimentos em marketing digital. Mas se o objetivo é criar diferenciais para estar à frente dos concorrentes, fique atento também às microtendências. Veja as atividades de pequenos grupos com potencial de provocar grandes transformações na forma como usaremos a web nos próximos anos.

Microtendência é um fenômeno restrito a menos de 1% da população, mas que é capaz de influenciar fortemente toda a estrutura de um país (ou mesmo do mundo). O fenômeno ganhou popularidade com o livro “Microtrends: The Small Forces Behind Tomorrow´s Big Changes” (Microtendências: as pequenas forças por trás das grandes mudanças de amanhã). Para comprovar sua tese, o autor Mark Penn, profissional da área de pesquisa de mercado nos EUA, levantou 75 microtendências ocorridas em seu país, sendo uma das principais o papel preponderante de uma minoria religiosa na reeleição do presidente George Bush em 2004.

Já é possível detectar microtendências na internet brasileira, ou seja, o comportamento de minorias com potencial de mudar os hábitos da maioria. Abaixo, listei sete que deverão influenciar o uso da web em 2010, tanto em relação aos consumidores quanto às empresas.

Microtendência 1 – A internet substitui os telefones fixos

A expansão e popularização da banda larga vai permitir a adoção cada vez maior de plataformas de comunicação totalmente baseadas na internet, como o Skype. Simples e prático, basta baixar o programa no computador e preencher as configurações básicas e você já pode conversar à vontade, de graça, com outra pessoa que também tenha uma conta no serviço. Pagando um plano de minutos como o de um celular é possível fazer ligações para telefones fixos em qualquer lugar do Brasil pagando valores muito menores que o das operadoras de telefonia.

Microtendência 2 – Virtualização das reuniões

Outra conseqüência da popularização de plataformas como o Skype é a virtualização das reuniões. Isso porque é possível não apenas conversar, mas visualizar o interlocutor (desde que os computadores utilizados estejam equipados com webcams, recurso também cada vez mais comum) e compartilhar a tela do próprio computador. Assim é possível, por exemplo, apresentar um relatório para um cliente em detalhes e tirar todas as dúvidas sem ter de se deslocar de seu escritório. É uma solução perfeita para agilizar reuniões e evitar deslocamentos desnecessários e cada vez mais difíceis nos grandes centros urbanos por causa do trânsito e dos congestionamentos.

Microtendência 3 – Fim da supremacia do “clique”

Uma das principais formas de mensurar os resultados das campanhas de publicidade online sempre foi o custo por clique (CPC), o valor pago pelo anunciante sempre que um internauta clica em seu anúncio. Porém,um estudo recente realizado pela ComScore, especializada em métricas de internet, revelou que um banner ou anúncio, mesmo não clicado, influencia diretamente nas vendas por meio da exposição da marca. A pesquisa mostrou que os banners aumentaram as vendas dos varejistas norte-americanos em 22%, mesmo com baixas taxas de cliques. Estes dados confirmam a opinião de um pequeno grupo de profissionais de publicidade e propaganda, que há tempos defendem novas formas de avaliar os resultados do marketing digital.

Microtendência 4 – Pontas de estoque e clubes de compra online

Sem alarde, lojas virtuais que funcionam como pontas de estoque ou clubes de compra, como Privalia, Brands Club e Superexclusivo, estão se tornando uma febre entre as mulheres justamente por reunir tudo que elas gostam: produtos de marcas famosas por preços incrivelmente baixos, vendidos em um lugar que só as iniciadas no mundo das compras conhecem. É possível encontrar, por exemplo, biquínis da badalada grife Lygia & Nanny (que em shopping centers não saem por menos de R$ 300,00) por apenas R$ 39,90. Mas para aproveitar é necessário ser apresentada por uma amiga já cadastrada no site.

Microtendência 5 – Compra direta nos Estados Unidos

Se a onda é aproveitar os descontos na internet, por que não ficar de olho nas mega-liquidações das lojas norte-americanas e aproveitar a baixa do dólar? Este é o filão dos sites de compra direta nos EUA, outra microtendência dentro do comércio eletrônico. Sites como Skybox e Aeropost (que passou a operar recentemente no Brasil) não são lojas virtuais, mas facilitadores de entrega. Ao se cadastrar, você passa a ter uma caixa postal nos EUA (vinculada diretamente ao escritório da empresa), onde pode endereçar as suas compras. Ao chegar, sua encomenda é despachada diretamente para o Brasil, com todos os impostos inclusos. A vantagem desse serviço em relação à remessa direta é o custo do frete, que em alguns casos pode ficar em menos de 50% do valor normal.

Por Silvio Tanabe (Consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital - www.magoweb.com/clinicadigital)

Comércio eletrônico conquista a confiança de 86,3% dos consumidores

Estudo da e-bit mostra que o nível de aprovação junto ao consumidor é superior ao de países como os Estados Unidos


As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo evite cair em golpes aplicados pela rede.


Ao todo foram coletados pela e-bit mais de 1,4 milhão de questionários de janeiro a dezembro do ano passado e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1.7 ponto percentual entre o menor (fevereiro - 85,59%) e o maior (agosto - 87,29%) índice de confiança.

O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do ano revelou que o comércio eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto ao consumidor superior ao de países como os Estados Unidos, por exemplo. Para ele, a variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o aumento do volume de transações em eventos sazonais, greve de operadores logísticos, enchentes e outros imprevistos.

O diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) Gerson Rolim comemora a consolidação de sua previsão feita em novembro de que a média de satisfação do ano ficaria acima dos 85%, padrão considerado pela camara-e.net como sendo de excelência para o varejo eletrônico. O executivo explica que, nos Estados Unidos, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil, a média de satisfação é de 82%.

Somente no mês de dezembro foram coletados pela e-bit 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal ficou em 85,98% de satisfação. De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhão no período de 15/11 a 24/12 em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhão.

Nas pesquisas colhidas pela e-bit para apurar o Índice de Confiança do e-Consumidor as pessoas são estimuladas a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Fonte: HSM Online

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

MSN detém 96% do público que utiliza instant messenger

comScore divulgou dados que mostram que o uso de serviços alternativos de mensagens instantâneas no Brasil cresceu em 2009.


Serviços como o e-Buddy e Meebo tiveram crescimento de 330 e 103%, respectivamente. No total, os dois serviços já contam com 2,462 milhões de usuários.

Outro serviço de instant messenger que aparece na pesquisa é o Iminent.com, que teve de dezembro de 2008 a dezembro de 2009 cerca de 686 mil visitantes, ou seja, crescimento de 1,236%.

Mas, a Microsoft com o Windows Live Messenger ainda detém uma posição mais expressiva no mercado de instant messengers, totalizando 96% dos 22,4 milhões de visitantes à categoria.

E-mails prediletos

A comScore também analisou os maiores provedores de e-mails no Brasil. Em dezembro, mais de 24 milhões de brasileiros de 15 anos de idade ou mais visitaram sites de e-mail de casa ou do trabalho, 18% a mais que no ano anterior, com a maioria desses usuários (20 milhões) acessando o Hotmail.

O Google Gmail ficou em segundo lugar, com 8,4 milhões de visitantes, 51% a mais que no ano anterior, seguido por Yahoo! Mail, com 7,1 milhões de visitantes (20% a mais), e UOL Mail com quase 4 milhões de visitantes (14 % a mais).

Um dado curioso é que 34% dos usuários do Hotmail também visitaram o Gmail, enquanto um número muito mais expressivo de 81% de usuários do Gmail também visitaram o Hotmail.

Informações UOL