quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Tendências das Mídias Sociais

Segundo David Armano, em 2009 tivemos um aumento exponencial dos meios de comunicação social. Somente o Twitter, segundo Nielsen Online, cresceu mais de 1382% no período de um ano, registrando mais de sete milhões de visitantes únicos somente nos Estados Unidos. Segundo David, em 2010, as redes sociais vão ficar ainda mais populares, mais móveis e mais exclusivas.






Seguem abaixo as seis tendências apontadas pelo David para as mídias sociais :



- Meios de comunicação sociais começarão a parecer menos sociais : Pode ser um contrasenso, mas com a facilidade de criar grupos, listas e redes de nicho popularizando cada vez mais, as redes podem começar a tornar-se mais “exclusivas”. Nem todos conseguem acompanhar todas as informações veiculadas nas suas redes de relacionamento, o que acaba criando muito “ruído” na comunicação. Talvez não é que elas se tornarão menos sociais, mas pode ser que as pessoas comecem a procurar chegar a um acordo quanto a obtenção de valor nas redes através da filtragem da desordem;



- Empresas começaram a investir em relacionamento com clientes através das midias sociais : Há relativamente poucas grandes empresas que têm iniciativas sociais em escala para além do marketing one-off ou iniciativas de comunicação. Empresas como Best Buy já deslocaram centenas de funcionários para prestar apoio aos seus clientes pelo Twitter. Aqui no Brasil, já é mais do que conhecido o sucesso da Tecnisa no uso de redes sociais para realizar promoções. Este é um sinal de que, no próximo ano, as empresas voltarão mais seus olhares para descobrir as economias ou servir os clientes de forma mais eficaz através de alavancagem de tecnologias sociais;



- Investir em social business ganha cada vez mais importância : Os participantes são incentivados e recompensados através de maiores níveis de participação. Como os participantes da sua rede não tem vinculo com sua empresa, eles podem facilmente abandonar sua rede e ir para concorrência. Nesse caso, a alternativa é procurar formas de incentivar a atividade dentro das redes internas e externas de forma a mante-las o maior tempo possível;



- Sua empresa terá uma política de comunicação social : Se a empresa onde você trabalha ainda não tem uma política de comunicação social em vigor, com regras específicas de participação em várias redes, é provável que você verá algo formalizado sobre como a sua empresa participará nessas mídias sociais;



- Mobilidade torna-se a salvação para as mídias sociais : Com cerca de 70 por cento das organizações proibindo o uso de redes sociais e, simultaneamente, as vendas de smartphones em ascensão, é provável que os trabalhadores procurarão alimentar seus vícios de mídia social em seus dispositivos móveis. Como resultado, podemos ver mais melhorias nas versões móveis de nossa droga social favorita;



- Compartilhamento não significa mais e-mail : O jornal New York Times desenvolveu um aplicativo para Iphone que adiciona a funcionalidade de partilha, que permite ao usuário facilmente transmitir um artigo através de redes como o Facebook e o Twitter. Muitos sites já suportam esta funcionalidade, mas é provável que veremos um aumento no comportamento do usuário, conforme se torna mais popular para as pessoas compartilharem com as redes assim como elas costumavam fazer com listas de e-mail;

Fonte: HSM / Updateordie

Redes Sociais - Faixa etária

A idade média dos usuários do Facebook subiu para 33 anos, antes era 26. Já no Twitter a média é de 31 anos, mostrando que os jovens estão aderindo ao microblog. Os dados são de uma pesquisa da Pew Internet & American Life Project.

No final de 2008, o percentual de usuários do Twitter, entre 18 e 24 anos, era de 19%. Agora é de 37%. Já a faixa etária entre 25 e 34 anos cresceu de 20% para 31%.

O MySpace que já foi a maior rede social do mundo, a média de idade ficou entre 27 e 26 anos, mostrando seu novo posicionamento com foco em entretenimento. A estratégia é diferente do Facebook que utiliza a diversificação dos segmentos populacionais para se expandir.

Redação Adnews

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ibope estudando "os" Mídias

O Ibope Mídia divulga alguns dos dados apurados pelo estudo "Conexão dos Mídias", que tem por objetivo analisar o comportamento dos profissionais do setor, retratando a percepção deste público a respeito do tema "conectividade" , comparando-a com a média obtida na pesquisa "Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência", que mostra como o cenário da convergência de meios afeta o consumidor brasileiro.


O estudo revela que profissionais de mídia são "heavy users" dos meios de comunicação e apresentam visão diferente sobre a era da informação em alguns aspectos. Em outros, porém, eles possuem percepção parecida com a da população em geral.

Assim como o consumidor médio, os profissionais do setor sentem-se pressionados pela quantidade de informações disponíveis atualmente: 57% deles sentem-se desta forma, enquanto esse resultado entre os demais consumidores é de 53%.

Os profissionais de mídia revelam maior preocupação com a qualidade da informação (91%) do que a média da população (81%).

Essa diferença de comportamento é maior ainda quando se trata de consumo simultâneo dos meios. Quando levados a ratificar a frase "na maioria das vezes, me dedico a um meio de cada vez", apenas 38% dos mídias concordam, enquanto na população esse índice é mais do que o dobro, batendo na casa de 82%.

Além disso, 83% dos mídias declaram ter o hábito de ouvir rádio e navegar na internet simultaneamente.

Dentre os mídias, 78% consideram as redes sociais como parte da rotina e 32% preferem relacionar-se virtualmente, índices expressivamente mais altos se comparados aos obtidos com o total da população, onde 45% têm as redes sociais como rotina e apenas 16% preferem trocar o relacionamento pessoal por falar via computador.

Além disso, mais da metade dos mídias (54%) afirma que habitualmente baixa fimes ou séries pela internet, enquanto esse índice não chega a um quarto entre a população.

Para o profissional de mídia, o computador com acesso à internet supera todos os outros canais, seguido de outra plataforma de comunicação ativa instantânea: o telefone celular.

Fonte: CCSP

Que orgulho de SP!!!

A cidade de São Paulo, a 5ª maior do mundo em população, pode se tornar a 6ª mais rica do mundo até 2025, de acordo com ranking compilado pela consultoria econômica internacional PricewaterhouseCoopers.


De acordo com o estudo, a capital paulista, atualmente na 10ª posição do ranking das mais ricas do mundo, deve crescer 4,2% em média ao ano até 2025, ultrapassando cidades como Paris, Osaka e Cidade do México.

Com um crescimento semelhante, o Rio de Janeiro deve passar da 30ª para a 24ª posição no ranking.

Outras sete cidades brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador) devem figurar na listas das 150 cidades com maior PIB no mundo em 2025, segundo o levantamento.

O estudo realizado pela PricewaterhouseCoopers destaca o crescimento acelerado das economias emergentes, que deve elevar de 39 para 48 o número de cidades de países em desenvolvimento entre as 100 maiores do ranking.

As três primeiras posições do ranking - Tóquio, Nova York e Los Angeles - devem se manter inalteradas até 2025.

O estudo da PricewaterhouseCoopers foi baseado nas estimativas de população e crescimento das Nações Unidas, da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e de governos locais.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Perfil do usuário de Trem e Ônibus

A FLC Comunicações, que edita e distribui gratuitamente o Jornal do Trem e a Folha do Ônibus nas três linhas da CPTM e de ônibus nas regiões Oeste e Sul de São Paulo e no ABC, encomendou pesquisa à Target Marketing com objetivo de detectar o qual o perfil do usuário desses transportes públicos e qual seu potencial de consumo.


A pesquisa detectou, dentre outros dados, que os usuários pertencem prioritariamente à classe C (46%), 60% dos passageiros possuem ensino médio completo e 22% ensino superior completo.

A principal opção de lazer nas horas vagas é a leitura: 66% deles optam por essa atividade e 90% consideram jornal com o a principal fonte de informações.
Comparado a estudo semelhante realizado pela FLC em 2004, detectou-se uma diminuição da participação da classe D como usuária desses meios de transporte. Na primeira pesquisa, os passageiros da classe D representavam 23% do total e hoje são 4%. "Isso não significa que a classe D não vem utilizando esses meios de transporte, mas sim que, devido à estabilidade econômica no Brasil nos últimos anos houve uma migração da classe D para a C", analisa Otávio Costa, diretor de marketing da FLC Comunicações.

Segundo a pesquisa, 83% dos passageiros preferem fazer suas compras em lojas de rua, onde podem pesquisar mais livremente preços, modelos e novidades sobre roupas. Os shoppings estão em segundo lugar, com 50%.

A maioria dos usuários, quase 80%, está empregada. Uma parcela de 48% dos entrevistados possui casa própria e 26% tem carro. Na hora de decidir a compra desses bens, as imobiliárias e concessionárias seriam as mais procuradas.

Com relação ao consumo de bebidas, 83% preferem refrigerante; 74,5%, água engarrafada; 57%, suco pronto artificial e 42%, cerveja.

Com relação à educação, 20% dos passageiros pretendem fazer uma faculdade e 14%, um mestrado/ doutorado ou pós-graduação.

Fonte: CCSP

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

IVC sites

O Instituto Verificador de Circulação (IVC) acaba de divulgar os números de setembro da auditoria de websites.




Os dados são referentes a todos os dias do mês e 11 sites tiveram a audiência certificada no período.



Em julho, quando o IVC lançou o serviço, sete websites tiveram números divulgados (leia aqui).



Além dos 11 websites já certificados pela auditoria, há seis na fase final da auditoria prévia: RBS, Estadão, Valor Econômico, O Dia, Folha da Região e IDG Now!. Outros seis veículos estão com pedidos de filiação já abertos.



Confira abaixo os números dos websites certificados (em ordem alfabética):



(Dados do total de dias do mês de setembro)



Unique user/browser / Page impressions



Diário de Pernambuco 238.023 / 2.110.502



Extra Online 5.633.989 / 21.337.907



Jornal NH Online 108.278 / 1.190.238



Lancenet - Puro 3.895.281 / 74.675.601



O Globo 9.687.171 / 58.005.076



Paraná Online 1.120.741 / 8.310.168



Pernambuco.com 150.185 / 966.702



Portal Caras 1.166.047 / 14.064.642



Propmark 57.659 / 194.801



RPC - Gazeta do Povo 1.309.838 / 25.101.681



RPC - Jornal de Londrina 135.342 / 801.924

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Update or die


As especulações sobre as mudanças na rede social Orkut foram confirmadas. O Google Brasil convidou a imprensa nesta quinta-feira (29) para revelar as novidades na interface.

O evento vai acontecer na sua sede em São Paulo e contará com a presença do diretor geral para Brasil, Alex Dias, o diretor de engenharia para América Latina, Berthier Ribeiro, e o diretor de produto para América Latina, Victor Ribeiro.

A reformulação no Orkut já estava planejada para outubro e está sendo desenvolvida em Belo Horizonte há pelo menos três meses . Há duas semanas, o Google Brasil teria vazado inadvertidamente o novo visual do Orkut na página para download da versão em português do navegador Chrome.

Segundo o site IDGNow, a suposta interface traz uma nova barra superior com links para outros serviços do Google, oferece cinco cores para o perfil e permite comentários nos status publicados pelo usuário, assim como o rival Facebook.

Orkut

O Orkut é a rede mais popular no Brasil. De acordo com dados da consultoria Ibope Nielsen Online, o Orkut foi acessado em setembro por 26 milhões de brasileiros. O segundo serviço mais usado no período foi o Twitter, que atingiu 9,2 milhões de brasileiros. O Facebook aparece na terceira posição, com 5,3 milhões de usuários no País.

Redação Adnews

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Desculpa Yahoo, mas o Google dominou!!!

Um estudo realizado pela consultoria Serasa Experian Hitwise confirmou a hegemonia do Google como buscador. Segundo a pesquisa, o serviço representa 95,37% de todas as buscas realizadas pela internet nas últimas quatro semanas.

De setembro a 3 de outubro, a pesquisa reuniu informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil sites no Brasil.

Os buscadores Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam apenas 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente. Os 37 sites restantes foram responsáveis por 0,8% das procuras realizadas.

O Google também detém o maior número de tráfego de usuários que desejam navegar por sites de alguns setores como Portais, Entretenimento e Esportes, são 38,48%. Inclusive, os três segmentos juntos tiveram um aumento de 27,3% na comparação entre abril de 2009 e setembro do mesmo ano. Na soma do Google com os demais sites de busca esse tráfego passa para 42,61%.

Informações IDG Now

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Tenho orgulho de pertencer à Geração Y!

Os profissionais da geração Y são ambiciosos, adaptáveis e buscam o desenvolvimento profissional rápido. Será que a sua empresa sabe o que eles podem oferecer e está preparada para recebê-los?

O jogo The Sims, criado em fevereiro de 2000 pelo designer de jogos Will Wright, é uma simulação de vida, no qual o jogador é encorajado a tomar suas próprias decisões. Em março de 2002 a Eletronic Arts, empresa responsável pelo jogo, anunciou que The Sims era o simulador mais vendido do mundo. Para o salão do automóvel de 2010 a Fiat pretende apresentar o primeiro carro conceito do mundo, concebido totalmente através de Creative Commons, em um setor do mercado no qual o segredo e a espionagem industrial são quase tradições.

Cada geração é produto de contextos históricos diferentes e tem seu próprio conjunto de valores e comportamentos. Em outras palavras: o mundo muda; as pessoas (e o que as motiva) mudam. Então, ao nos depararmos com o The Sims ou o projeto Fiatmio, ou ainda com a Wikipedia e o projeto Linux, devemos perguntar à que valores e comportamentos esses "fenômenos" respondem para sabermos o que motiva as pessoas dessa nova geração.

Segundo o professor da Fundação Dom Cabral, Ricardo Carvalho, em entrevista para o IT Web, a geração de hoje "chega com novos valores, novas formas de ser, e as empresas não estavam preparadas para isso". Então, quem são eles? Quais são seus valores e como se comportam? O que empresas como Chemtech ou Petrobrás perceberam sobre essa nova geração que as colocaram em primeiro lugar no ranking da preferência dos jovens?

Tudo é o que eles querem e não se contentam com menos. Os profissionais da chamada geração Y são ambiciosos e procuram por carreiras que lhes proporcionem um rápido desenvolvimento profissional. Para isso, estão dispostos a adaptar-se sempre, sabem que a única coisa certa é que as coisas mudam. Sendo assim, demandam novas oportunidades para aprender e novas responsabilidades com uma freqüência muito maior do que as organizações estavam acostumadas.
Se bem gerenciado, esse profissional trará muitas vantagens para a organização no que se refere à inovação e competitividade. Mas atenção! Não se trata de tudo a qualquer custo. Eles procuram sentido naquilo que fazem e agem muito mais pela consciência do que pela obediência. E ainda conseguem fazer tudo com alegria, bom humor e informalidade.

Ao mesmo tempo

Os profissionais dessa geração têm uma capacidade incrível para fazer muitas coisas ao mesmo tempo: eles terminam um relatório importante enquanto tiram dúvida de um colega pelo celular e conversam com um amigo no GoogleTalk. E sim, eles conseguem fazer tudo isso sem perda de qualidade do trabalho e equilibrando muito bem a vida profissional e a pessoal, já que as duas têm a mesma importância para eles. Trabalhar em projetos que possam ser divididos em atividades com começo meio e fim e que lhes possibilitem fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo é o ideal. E as organizações podem potencializar ao máximo essa característica.

Agora!

Esses profissionais têm pressa e simplesmente não entendem um processo decisório lento nem desejam envolver-se em atividades que o façam perder tempo. Não espere que sigam regras bobas ou sem objetivo claro e muito menos que se prendam a atividades repetitivas: muito antes do que você imagina encontrarão um atalho para fazer a mesma coisa, mais rápido e com mais qualidade. Aliás, os profissionais dessa geração não aceitam desempenho medíocre. Mudança é seu sobrenome e qualidade é seu nome do meio.

Políticas claras para ascensão na carreira, prêmios em forma de cursos de formação ou certificações técnicas, planos de comunicação claros e bem estruturados, gestão por competências, não há receita pronta. Mas compreender melhor esses profissionais, seus motivadores e seus comportamentos levará as organizações a encontrarem a melhor forma de retê-los.

Mas todos os profissionais serão assim? Há volta? São mesmo esses os profissionais que as empresas terão que gerenciar atrair e reter? Em 2001, quando se discutia o estouro da bolha das pontocom, Don Tapscott, escreveu o artigo Rethinking Strategy in a Networked World (or Why Michael Porter is Wrong about the Internet). Nele, criticava a posição de Michael Porter, que defendia que a internet seria apenas mais uma ferramenta na mão das empresas e que a forma tradicional de se conceber a estratégia precisava ser resgatada já que a "nova economia" não existiria. Tapscott, por sua vez, dizia que a forte integração entre empresas e pessoas seria a característica de uma nova forma de economia, cuja expressão máxima era a internet e propunha que as empresas revissem seus modelos de negócio a partir desta nova perspectiva.

Bem, parece que Tapscott estava certo e as características da geração Y atestam as transformações sociais que vivemos. São esses "caras" que vão gerenciar as empresas no futuro. Mas eles também podem ser bons agora. E estão batendo à sua porta...

Por Luciana Priosta (consultora da CC&G Gestão de Pessoas, graduada em Ciências Sociais (Unicamp), com especialização em Ciência Política e pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas (INPG))

Fonte: HSM online

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Celular e a classe C

A publicidade precisa bsucar a classe C, dizem especialistas. E para chegar à classe C, celular e Internet também são fundamentais. Essas foram algumas das conclusões do Encontro Nacional da ABA (associação Brasileira de Anunciantes), realizado nesta terça, 29, em São Paulo.

"Para se comunicar com a classe C, não tem outro jeito, tem que usar mídia de massa", disse Edson Kikuchi, gerente nacional de propaganda e publicidade da Caixa Econômica Federal. Embora tenha destacado a importância da comunicação para chegar a este segmento do mercado, Kikuchi afirmou que o celular também pode ser um bom canal e disse que a Caixa Econômica Federal já tem um serviço ainda em teste para que o trabalhador receba informes mensais sobre os depósitos de FGTS feito pelos empregadores.

Sérgio Valente, presidente da DM9DDB, destacou que é preciso considerar a mídia celular, na sua opinião a maior rede social do mundo e tem 72% de penetração na classe C.

Pesquisa

Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular, apresentou resultados de uma pesquisa realizada pelo instituto em parceria com o DataFolha sobre famílias brasileiras cuja renda chega no máximo a dez salários mínimos. Segundo o estudo, 90% da população brasileira pertence a esta classe social; este segmento de mercado corresponde a 76% dos consumidores; são donos de 69% dos cartões de créditos e são 86% dos internautas, o que revela grande potencial de consumo. As mulheres são as provedoras de 41% destas famílias e a diferença entre o salário dos pais e dos filhos é menor. "Neste segmento, o jovem manda mais e a mulher manda mais", observa Meirelles.

Fonte: TELETIME